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Pedagogia Waldorf

FAQs - Educação

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Existem 1063 escolas Waldorf - Steiner em mais de 60 países, conforme dados mais recentes. É a rede de escolas que mais cresce atualmente. No Brasil, de acordo com a Federação das Escolas Waldorf no Brasil, FEWB, que congrega todas as escolas Waldorf existentes no país, são 62 instituições filiadas. Além da capital e do interior de São Paulo, há instituições em outros estados, como Minas Gerais, Ceará, Santa Catarina, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Pernambuco e Goiás.


Today there are 1063 Waldorf and Rudolf Steiner schools in 60 countries.
http://www.freunde-waldorf.de/en/waldorf-worldwide/waldorf-education/waldorf-world-list.html

Waldorf Kindergartens
No mundo há aproximadamente 2000 Jardins de Infância Waldorf. Mais informação no site da International Association for Steiner/Waldorf Early Childhood Association (IASWCE)

A Federação das Escolas Waldorf no Brasil (FEWB) é uma entidade civil sem fins lucrativos fundada em 1998. Sua finalidade é congregar e representar as escolas Waldorf em funcionamento no país. Essas escolas, por sua vez, são instituições filantrópicas e de educação regularmente constituídas que se dedicam, a partir de princípios científicos, à aplicação, ao incentivo e ao desenvolvimento da Pedagogia Waldorf, baseada na antroposofia, desenvolvida por Rudolf Steiner.
A educação Waldorf é uma forma única e distinta de educação, praticada mundialmente. Embora cada escola seja administrada independentemente, existem associações que se encarregam de prover recursos, publicar materiais, patrocinar conferências e promover a pedagogia, a fim de garantir sua integridade.

 


Federeação Escolas Waldorf

A ESCOLA WALDORF SÃO PAULO é reconhecida pela Secretaria da Educação e seu currículo abrange todas as matérias do currículo oficial, como língua portuguesa, matemática, ciências físicas e biológicas, história e geografia.
A dinâmica de apresentação desse currículo inclui outros conteúdos educacionais, que visam enriquecer a experiência de formação do aluno. Esse currículo complementar é estruturado de forma a atender às necessidades das várias fases de desenvolvimento da criança e inclui disciplinas como:
• Música: kântele, flauta, violino, percussão, coral e outros.
• Pintura: aquarela, carvão, giz de cera e outros.
• História da arte.
• Artes plásticas: desenho, modelagem, marcenaria.
• Trabalhos manuais: tricô, crochê, ponto-cruz, costura, macramé e tecelagem.
Além disso, euritmia, dança, jardinagem, teatro, astronomia, filosofia e duas línguas estrangeiras (alemão e inglês) complementam o currículo escolar.


Summary of Steiner education on Wikipedia
wikipedia
A 2009 newspaper article about Steiner education
theguardian

Entre os 7 e 14 anos, o processo de aprendizagem acontece especialmente por meio da aceitação e do estímulo de uma autoridade. Principalmente nos primeiros anos do Ensino Fundamental, a criança começa a experimentar a vivência fora de sua casa, e a sala de aula se transforma numa espécie de família, com sua própria figura de autoridade – o professor –, em uma analogia aos pais. Durante esse período de convivência é estabelecido um bom nível de comunicação, permitindo que o professor encontre a maneira mais adequada de auxiliar cada aluno em seu aprendizado individual.
HORdando bem com seu filho durante certo tempo, ela não considera desistir dele ou substitui-lo. Em vez disso, vai buscar saídas para melhorar sua relação com o aluno. Na prática, espera-se do adulto que assuma responsabilidade e tente mudanças. Nos raros episódios de incompatibilidade, a Escola tomará as medidas cabíveis em cada caso.


Jogos e esportes são parte integral de uma vida cultural e social das nossas escolas. Eles promovem agilidade física, graça, consciência social, autoestima e cooperação.

Um sistema educacional que visa à formação integral do ser humano não poderia se limitar a avaliar seus alunos com base em um levantamento formal que apresente resultados numéricos – ou seja, uma avaliação com abordagem meramente quantitativa. A Escola Waldorf São Paulo entende o processo de avaliação de modo mais amplo. Cada aluno é visto como um indivíduo que está adquirindo conhecimentos e aprimorando qualidades, ao mesmo tempo em que se esforça para superar suas dificuldades.

O intuito de uma avaliação qualitativa é que todos sejam motivados a dar o melhor de si, tendo como parâmetro a potencialidade de cada um. Os alunos são observados e avaliados por meio de trabalhos escolares, organização dos cadernos, redações, riqueza de pensamento, força de vontade, cumprimento dos deveres e, obviamente, a aquisição dos conteúdos formais.

A partir do 9º ano, já no ENSINO MÉDIO, os alunos passam a realizar provas formais de conhecimento. Ler questões, compreender o enunciado, organizar o pensamento e responder o enunciado proposto faz parte do processo de amadurecimento intelectual nessa faixa etária. Nesse contexto, a avaliação constitui-se em um instrumento pedagógico adicional no processo de aprendizagem, e não se reduz a uma mera formalidade, cujo objetivo único seria a promoção ou a retenção do aluno.

As qualidades únicas de cada criança podem ser observadas e descritas, mas nem sempre medidas. Ao final de cada ano letivo, os pais recebem um extenso relatório escrito.

Por duas razões principais: pelos efeitos físicos que a TV pode ocasionar numa criança em desenvolvimento e pelo conteúdo de má qualidade da maioria dos programas – principalmente infantis. A Pedagogia Waldorf acredita que a TV pode limitar seriamente o desenvolvimento da imaginação, tão importante para a infância. Do mesmo modo, o uso de computadores, videogames em especial, não é recomendado aos pequenos.

É importante destacar que os professores Waldorf não estão sozinhos nesse questionamento. Nos últimos anos, diversas pesquisas científicas debatem os efeitos negativos do excesso do uso de TV e de computador por crianças.

O objetivo central da Pedagogia Waldorf é estimular o desenvolvimento saudável da imaginação da criança. A passividade inerente ao ato de assistir à televisão é, cada vez mais, reconhecida por educadores e pais como contraproducentes para o processo de aprendizado e crescimento da criança pequena. Por conta do ritmo acelerado e das sequências fragmentadas na televisão, e seus efeitos para a concentração e a imaginação, pedimos que os pais resistam à conveniência da TV, e envolvam seus filhos em outras atividades.

Os pais de crianças do ENSINO FUNDAMENTAL e MÉDIO são convidados a proibir a TV durante a semana escolar e limitar o acesso de seus filhos em outros momentos. A familiaridade com todas as tecnologias que nos cercam e influenciam nossas vidas é parte essencial de uma educação completa. Há grande evidência, no entanto, que muito tempo diante da tela de computadores, TV e DVD pode trazer desvantagens.


Endangered Minds: Why Our Children Don't Think and Failure To Connect: How Computers Affect Our Children's Minds For Better and Worse by Jane Healy (Mentes em Perigo: Por que nossas crianças não pensam e falham para se conectar: Como Computadores afetam a mente de nossas crianças para melhor e pior).

Four Arguments for the Elimination of Television by Jerry Mander; The Plug-In Drug by Marie Winn; and Evolution's End: Claiming The Potential of Our Intelligence by Joseph Chilton Pearce.

Para leitura adicional , consulte
Fools Gold on the Alliance For Childhood
www.allianceforchildhood.org

Rudolf Steiner, criador da Pedagogia Waldorf, acreditava que uma Escola Waldorf deveria se constituir em um espaço unificado e sem distinção, no qual crianças e jovens de classes sociais diferentes ou portadoras das chamadas necessidades especiais pudessem estudar juntos.

Essa prática, sempre que possível, é exercitada na Escola Waldorf São Paulo, pois sabemos que isso possibilita permear a vida cultural, educacional e espiritual com o princípio da liberdade – princípio que só se realiza pelo respeito à diversidade.

Entretanto, temos consciência de que um dos desafios que hoje se impõe à educação é procurar meios viáveis para lidar adequadamente com a diversidade.
Não basta apenas funcionar na teoria nem ter boa vontade para que a diversidade se manifeste na prática. O mais importante é avaliar se as condições reais da Escola se mostram adequadas e se o corpo docente está capacitado para realizar um trabalho efetivamente produtivo.

A Escola utiliza alguns critérios para a inclusão de alunos com necessidades especiais em classes
regulares. A saber:

1. Avaliar se a classe – como um grupo de alunos – possui condições necessárias para abraçar a criança em questão.
2. Avaliar se o grupo pode ser efetivamente favorecido com esse trabalho.
3. Lembrar que os pais da classe deverão estar dispostos a desenvolver questões relativas à generosidade, à ética e à cidadania com seus filhos.
4. O professor tem que se sentir capacitado e amparado pela escola para que possa desenvolver um trabalho positivo junto a crianças portadoras de necessidades especiais.
5. Os pais das crianças que necessitam de cuidados especiais devem estar abertos e disponíveis para acatar as solicitações da escola quanto a eventuais terapias de apoio ou alguma forma de acompanhamento pedagógico particular se assim for necessário.
6. Caso a criança seja aceita haverá uma avaliação bimestral do aproveitamento da criança para saber se ela está efetivamente se beneficiando da escola. No caso de ela não estar se desenvolvendo, de estar infeliz, ou de o grupo não a aceitar efetivamente depois de um ano de trabalho, a escola procurará junto com os pais outra instituição que melhor possa atendê-la.

Lidar com crianças que necessitam de cuidados especiais requer consciência ética e profissional de todos os integrantes da escola uma vez que não desejamos fazer da nossa escola um mero “depósito” de seres humanos, mas antes, fazer dessas relações um motivo de crescimento e de desenvolvimento integral para todos aqueles que estão envolvidos nela.

Sim. Participar de um processo educativo que privilegia a vivência e o envolvimento do aluno, permitindo que ele se aproprie dos conhecimentos, é válido em qualquer etapa da vida. Logo, o aluno sempre vai se beneficiar do processo de aprendizagem, independentemente do momento em que ingressar na Escola.

Alunos transferidos para escolas Waldorf nos primeiros anos do Ensino Fundamental, em geral, estão mais avançados em leitura e matemática. No entnanto, eles têm muito a aprender em habilidades de coordenação corporal, postura, atividades sociais e artísticas, escrita cursiva e capacidade de escuta. Ouvir, aliás, é particularmente importante uma vez que a maior parte do currículo é apresentada oralmente pelo professor.  

Crianças acostumadas a aprender usando computadores e outros meios eletrônicos talvez tenham necessidade de tempo para se ajustar. Os alunos que entram em nossa Escola no Ensino Médio muitas vezes trazem grande quantidade informação sobre o mundo. Essa contribuição é recebida com interesse pela classe. No entanto, essas crianças precisam desaprender algumas habilidades sociais, como a tendência de experimentar o aprendizado como uma atividade competitiva. Muitas vezes eles necessitam aprender a se aproximar das artes de forma mais objetiva e não simplesmente como meio de expressão pessoal.

Crianças que se transferem de uma escola Waldorf durante as séries iniciais do Ensino Fundamental provavelmente terão que atualizar sua capacidade de leitura e experimentar uma abordagem diferente para as aulas de ciências. Na Pedagogia Waldorf, a Ciência enfatiza a observação de fenômenos naturais, em vez da formulação de conceitos e leis abstratas. Por outro lado, os alunos Waldorf são geralmente bem preparados para estudos sociais, atividades práticas e artísticas, além de matemática.

Crianças que trocam de escola durante o Ensino Médio não tende a encontrar problemas. Na verdade, na maioria dos casos, o estudante Waldorf dessa faixa etária leva para a nova escola a força individual, a confiança pessoal, e o amor pelo aprendizado que muitas vezes o coloca à frente de seus colegas de classe. Podemos dizer que ao deixar a escola, nossos alunos se integram em geral com facilidade em outra escola (depois de um período de adaptação.

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Pedagodia Waldorf

A pedagogia Waldorf é apontada pela UNESCO como "o modelo de pedagogia capaz de responder desafios educacionais de nosso tempo, principalmente nas áreas de grandes diferenças culturais".

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